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Ofício recebido da Câmara Municipal de Évora a solicitar que o Município informe os praças, de que a hora de convocação referida nos editais foi alterada.
A bula Cum ad nihil magis foi publicada em Évora, onde então residia a Corte, em 22 de Outubro de 1536, perante o rei, seu irmão o infante D. Afonso, D. Frei Diogo da Silva, o Cabido da Sé, a nobreza e o povo. De início, a Inquisição funcionou naquela cidade, e aí foram feitas as primeiras denúncias. Foi primeiro inquisidor de Évora Pedro Álvares de Paredes, nomeado em 1541. A 28 de Junho de 1721, D. João V atribuiu 500 mil réis anuais de tença do Estanco do Tabaco às inquisições de Lisboa, Coimbra e Évora. Este tribunal funcionou até 1821, data da extinção do Santo Ofício pelo regime liberal.
Monsaraz, Estremoz, Arraiolos, Évora, Vila Viçosa
Parque de Piscinas Municipais Arantes e Oliveira em Évora.
Évora, Vimieiro, Viana do Alentejo, Vera Cruz, Vila Viçosa
Irmandades e/ou Confrarias em Évora e seu termo.
Visita à Casa Pia de Évora pelo Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira e com o Arcebispo de Évora, D. Manuel Trindade Salgueiro.
Inauguração do Parque de Piscinas de Évora, pelo Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira.
Notícias várias sobre Évora, ínsitas em jornais, destacando-se, entre outras, a fundação da Sé de Évora, participação de alguns naturais da cidade de Évora nos Descobrimentos. Proibição imposta aos vereadores de Évora de pintarem as suas armas na casa da Câmara, como pretendiam. Referência a uma Carta-Régia, de 14 de Março de 1514, a qual determinava a qualidade dos vidros que deviam pôr-se na igreja do convento de São Francisco de Évora. Obras no templo de Diana em Évora. Oposição, por parte do Regedor de Évora, contra o lançamento de um tributo sobre o pão.
Inauguração de exposição de fotografia, em Évora, pelo Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira. Fotografia oferecida pela Associação Fotográfica do Sul.
Autos de contas de testamento, tomadas pelo provedor das Comarcas de Évora e Estremoz. Contêm testamentos, ou os traslados dos mesmos, de pessoas naturais, moradoras ou falecidas na cidade de Évora e seu termo, os autos de aprovação e abertura dos mesmos e os certificados dos legados cumpridos pelos testamenteiros.
Contém o original e três cópias da primeira análise e parecer elaborado pelo júri do Programa Preservação e Salvaguarda do Património Escolar Português relativo à candidatura da Escola Primária de Valverde, no concelho de Évora. Uma das cópias tem, em anexo, notas manuscritas acerca dos elementos constantes desta candidatura. Incluí ainda um fax enviado pela Direcção Geral de Administração Educativa para a Direcção Regional de Educação do Alentejo remetendo o envio do parecer da candidatura da Escola Primária de Valverde, em anexo.
O Mosteiro de Nossa Senhora do Espinheiro de Évora era masculino, e pertencia à Ordem e Congregação de São Jerónimo. Em 1457, foi fundado pela bula "Pia Deo"de Calisto III, de 25 de Novembro, e edificado a quatro quilómetros de Évora, num local onde, desde 1412, já existia uma capela dedicada a Nossa Senhora do Espinheiro. Esta fundação, levada a cabo pelo bispo de Évora D. Vasco Perdigão, correspondeu à retoma e concretização do projecto de outro bispo de Évora, D. Pedro de Noronha que para esse efeito, em 1420, obteve a bula "Exigentibus tue" de Martinho V para a edificação de um mosteiro da Ordem de São Jerónimo, no lugar da citada capela. Em 1458, a 2 de Setembro, os primeiros monges tomaram posse do Mosteiro e deram início à vida conventual sob a direcção do prior frei Fernando de Évora, monge professo de Penha Longa. Em 1463, as obras de construção foram concluídas. Frequentado e protegido por D. Afonso V, D. João II e D. Manuel, o Mosteiro foi o local eleito para a realização das Cortes de 1481. Na segunda metade do século XVI, o edifício estava degradado. Foram realizadas obras de reconstrução, e em 1566, foi construída uma nova igreja, com o produto das esmolas dos fiéis e o apoio do rei D. Manuel. O Mosteiro foi escolhido para panteão dos fidalgos e da principal nobreza local. Nele esteve instalada a oficina de pintura, de que foi mestre frei Carlos, professo no Mosteiro desde 1517. A esta oficina se deve a divulgação da escola flamenga de Évora. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Tabelião de Évora
Requeredor das sisas da carne de Évora
Escrivão das sisas dos vinhos de Évora
Jornal diário regionalista com sede em Évora.
Jornal de Évora / dir. Madeira Piçarra. Évora : Fernando Iglésias, 1960 1 - edição de 28/01/1960 2- " " 31/01/1960
O Convento de Santa Clara de Évora era feminino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província dos Algarves. Em 1458, foi fundado, pelo bispo de Évora, D. Vasco Perdigão, para oitenta freiras, embora em 1390, tenha sido dada licença para a sua construção e em 1395, a 12 de Fevereiro, o rei D. João I chegou mesmo a consignar-lhe os resíduos de Évora Monte (que acabaram por ser aplicados ao Convento de Santa Clara de Portalegre). Em 1459, a Ordem tomou posse dele. Em 1464, depois de ter recebido a bula "Lisquae", de Pio II, em 5 de Abril de 1463, a comunidade instalou-se no Paço dos Falcões, comprados por D. Vasco para o efeito. Foi beneficiado com avultadas doações deste bispo e do seu sucessor, D. Jorge da Costa, bem como da realeza. Serviu de refúgio à princesa D. Joana, filha de Henrique IV de Castela e noiva de D. Afonso V. Em 1513, recebeu, parte dos bens que foram do convento de São Francisco de Évora quando este se reformou na regular observância. Em 1535, passou da claustra à observância, vindo então a tomar posse dos restantes bens de São Francisco de Évora. Em 1558, nele se recolheram duas religiosas, soror Leonor da Silveira e soror Constança Barrosa, quando foi demolido o edifício chamado do "Salvador Velho" para a erecção dos edifícios da Universidade, por ordem do Cardeal D. Henrique. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1903, foi extinto, por falecimento da última religiosa.
Documentos relativos ao canonicato e deado de Évora
Jornal de Évora / dir. Madeira Piçarra. Évora : Fernando Iglésias, 1959 1 - edição de 22/02/1959 2- " " 30/04/1959 3- " " 23/07/1959 4- " " 13/12/1959
Carta. Corregedor da Comarca de Évora.
Carta. Corregedor da comarca de Évora.
AFORAMENTO DE CASA NA MANCEBIA DE ÉVORA
O Convento de São José de Évora era feminino, e pertencia à Ordem dos Carmelitas Descalços. Também era designado por Convento de Nossa Senhora do Carmo ou da Luz de Évora. Em 1681, foi fundado, por doação testamentária de D. Eugénia Silva que cedeu a habitação e terrenos adjacentes para a construção do convento. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1886, o convento foi extinto por falecimento da última religiosa, a Madre Maria Teresa de São José.
Registos de acórdãos do Tribunal Administrativo de Évora, Auditorias, Registos de processos contenciosos do Tribunal Administrativo de Évora, Actas, Registos das consultas do Tribunal, Nota das contas julgadas pelo Tribunal Administrativo de Évora.
Vista do Portal da Sala do Capítulo do Convento dos Loios, Évora.
Esta série contém diversas publicações impressas que pertenciam à Casa Pia de Évora.
Esta Subsérie contém informação sobre a aprovação dos Estatutos da Associação Comercial de Évora.
Acto solene de investidura do Arcebispo de Évora, D. Manuel Trindade Salgueiro.
Alvará. Escrivão do Auditório da vila de Tomar, sendo apto. Filiação: Manuel de Évora Heitor.
Mulher e criança passeiam na sombra do Templo de Diana, em Évora.
Documentação contendo os registos dos clérigos do arcebispado de Évora.
AFORAMENTO DE CASA À PORTA NOVA, EM ÉVORA
AFORAMENTO DE CASA SOBRADADA À PORTA NOVA, EM ÉVORA
AFORAMENTO DE CASAS JUNTO À TORRE GRANDE, EM ÉVORA
AFORAMENTO DE CASA SOBRADADA SOBRE ARCOS NA PRAÇA DE ÉVORA
Irmandade na Igreja Espírito Santo de Évora.
AFORAMENTO DE TENDA NA PRAÇA, EM ÉVORA
AFORAMENTO DE CHÃO NA ALCARCOVA, EM ÉVORA
EMPRAZAMENTO DE TENDAS NA PRAÇA DE ÉVORA
Relação de painéis dos conventos de Évora
AFORAMENTO DE CASAS EM ÉVORA, NA ALCARCOVA
Correspondência recebida com pedidos vários estipulados em sessão do Conselho de Agricultura do distrito de Évora. Consulta formulada pela Junta Distrital de Évora acerca da criação da Escola Agrícola e de rede viária. Pedidos de empréstimo de máquinas agrícolas.
Alvará. Para servir o segundo ano como Executor das Sisas da vila de Tomar. Filiação: Manuel de Évora Heitor.
Governo Civil de Évora requere as contas de gerência da Casa Pia relativas aos anos de 1903-1907.
Na folha de índice: "A letra deste livro é de Nicolau de Brito Botelho, cidadão de Évora." F. 1: “Memória particulares tiradas do cartório que tem hoje em 1735 o notário apostólico o Rvdº António Joseph da Silva beneficiado curador de São Mamede de Évora que muitas foram do notário apostólico Marçal Pereira Galvão morador em Évora.”
O Mosteiro de Nossa Senhora do Paraíso de Évora era feminino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Em 1496, este mosteiro da regular observância, já existia como casa dominicana. As suas origens remontam ao início do século XV, época em que se formou em Évora um recolhimento sob a regência de D. Beatriz Galvoa. Após a sua morte, em 1471, a ligação da comunidade à Ordem dos Pregadores veio a concretizar-se quando, por influência das beatas de Santa Marta, as religiosas obtiveram do papa Alexandre VI autorização para professarem na Ordem Terceira dos Dominicanos. Em 1516, a 20 de Agosto, pela bula "Inter curas multiplices" e a pedido do rei D. Manuel, Leão X autorizou a conversão da comunidade de terceiras de Santa Maria do Paraíso de Évora em convento de dominicanas sujeitas à regra de Santo Agostinho. D. Álvaro da Costa, membro do conselho do rei, devoto da Ordem de São Domingos e grande impulsionador da passagem das terceiras do Paraíso de Évora à Regra de Santo Agostinho, foi nomeado padroeiro do convento, em 1519, por decisão capitular. De entre as professas de Nossa Senhora do Paraíso saíram as três primeiras religiosas do Mosteiro de Santa Catarina de Sena que, entretanto, demorara mais tempo a aderir à primeira Ordem de São Domingos. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1897, a 18 de Novembro, o mosteiro foi extinto por morte da última religiosa.
Esta série contém documentação referente a obras realizadas na Casa Pia de Évora, nomeadamente no edifício do Colégio do Espírito Santo e no edifício do Convento Novo (extinto Convento de S. José). Contém também registos de obras e plantas referentes ao Liceu de Évora e à instalação da Escola Industrial (atual Escola Secundária Gabriel Pereira), que ambos partilharam o mesmo edifício do Colégio do Espírito Santo com a Casa Pia de Évora, que era proprietária.
Esta série é constituída por documentação referente a orçamentos de receitas e despesas e orçamentos suplementares da Casa Pia de Évora.
Esta série é constituída por correspondência recebida/entrada da Casa Pia de Évora, nomeadamente livros de registo/indicadores de correspondência e a correspondência.
Correspondência relativa a obras em duas salas do Paço Episcopal de Évora, em que estava instalada a Biblioteca Pública; contém auto de vistoria e de orçamento.
Requerimento nº . 1978: Requerimento de 2ª via da carta de condução de velocípede com motor auxiliar n.º 1374 em nome do requerente: Francisco António Évora Abalroado.
Em 1541, D. João III ordenou que fosse "feita a Inquisição" nos bispados do Porto, Lamego e Coimbra. O estabelecimento da Inquisição em Coimbra foi confiado a D. Bernardo da Cruz, bispo de São Tomé, e a Gomes Afonso, prior da Colegiada de Guimarães. O cardeal D. Henrique dirigiu-lhes as primeiras instruções para o seu funcionamento, datadas de Évora, a 5 de Setembro. Foram as primeiras normas portuguesas, uma vez que até então o Tribunal português se regera pelas espanholas. Os regimentos (1552 e 1570), respectivamente da Inquisição e do Conselho Geral, estipulavam que cada tribunal visitasse periodicamente as zonas que lhe estavam adstritas, o chamado distrito da Inquisição, que no caso de Coimbra correspondia à zona norte do país. Após o perdão geral concedido em 1547, o tribunal de Coimbra foi encerrado, só voltando a ser reaberto em 1565.
Certidão Negativa. (D.João VI, Lv.5, fl.34). Filiação: Luís de Évora Macedo.
Alvará. Concendo à Casa da Apresentadoria de Évora, as mesmas prerrogativas que tinha.
AFORAMENTO DE CASAS COM ARCOS EM ÉVORA, NA R. DOS MERCADORES
QUITAÇÃO DE FORO DE CASAS E QUINTAL COM ÁRVORES EM ÉVORA
AFORAMENTO DE CASAS EM ÉVORA, NA R. DOS MERCADORES E NA ALCARCOVA
AFORAMENTO DE CASAS SOBRADADAS E CHÃO NA ALCARCOVA VELHA, EM ÉVORA
Resistência à ocupação espanhola em Setúbal, Alcácer e Évora. Contém referências datadas de 1527 a 1532.
Tipo de atividade: Música Título: Artistas Principais: Jaime Silva, Filho, Ana Maria Azambuja Vaz Sengo, Marina Dewander Gabriel, Herberto de Aguiar, José Teixeira. Data de exibição: 22 de dezembro de 1940 Promotor: Casa Pia de Évora Nº de Exemplares: 1 Tipografia: Gráfica Eborense – Évora Observações:
Tipo de atividade: Comédia e Variedades Título: A Voz do Sangue; Variedades. Artistas Principais: Gervásio Lobato; Alice Aldefonso, Olinda Dias, Dulce Pires, José Queimado Pinto, Edmundo Martins... Data de exibição: 1 de dezembro de 1934 Promotor: Associação Académica de Évora Local de realização: Teatro Garcia de Resende Nº de Exemplares: 1 Tipografia: Minerva Comercial – Évora Observações:
Corespondência recebida e expedida com a Sé de Évora.
Relação de painéis dos conventos de Évora em 1845.
EMPRAZAMENTO DE CASAS EM ÉVORA, NA R. DOS MERCADORES
EMPRAZAMENTO DE CASAS EM ÉVORA, JUNTO À MANCEBIA
AFORAMENTO DE CASA TÉRREA NA PRAÇA DE ÉVORA
EMPRAZAMENTO DE TENDA NO ARRABALDE DOS MOUROS, EM ÉVORA
EMPRAZAMENTO DE CASAS SOBRADADAS EM ÉVORA, À PORTA NOVA
EMPRZAMENTO DE CASAS SOBRADADAS COM ARCOS NA PRAÇA DE ÉVORA
EMPRAZAMENTO DE TENDA PEQUENA Pª ESPECIARIAS NA PRAÇA DE ÉVORA
AFORAMENTO DE CASA TÉRREA EM ÉVORA, NA ALCARCOVA
AFORAMENTO DE CASAS, À PORTA DA MOURA, EM ÉVORA
AFORAMENTO DE CASAS SOBRE ARCOS NA PRAÇA DE ÉVORA
EMPRAZAMENTO DE CASA EM ÉVORA, NA R. DOS MERCADORES